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Magno Malta diz que repasse de R$100 mil era falso e obra de “petistas partindo ao ataque”

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Magno Malta participa do Pânico; veja fotos

O senador Magno Malta fez duras críticas à Michel Temer e avaliou se o governo sobrevive após a cassação da chapa

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

O senador Magno Malta fez duras críticas à Michel Temer e avaliou se o governo sobrevive após a cassação da chapa

Magno Malta no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Magno Malta no Pânico

Magno Malta no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Magno Malta no Pânico

Magno Malta no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Magno Malta no Pânico

Magno Malta no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Magno Malta no Pânico

O senador Magno Malta fez duras críticas à Michel Temer e avaliou se o governo sobrevive após a cassação da chapa
Magno Malta no Pânico
Magno Malta no Pânico
Magno Malta no Pânico
Magno Malta no Pânico

Magno Malta, senador da República e pastor evangélico, foi o entrevistado do Pânico na Rádio desta sexta-feira (9). Durante ao programa, ele esclareceu a polêmica que cercou seu nome em 2016, quando foi acusado de ter recebido um repasse de R$100 mil reais em 2014 da Cozinhas Itatiaia.

“Não é verdade. Se fosse verdade eu assumiria”, falou. “Isso foi na época do Impeachment e eram os petistas partindo para o ataque”, disse.

Malta afirmou que não recebeu nenhum processo pelo caso e disparou: “se for provado algum crime meu, eu renuncio do meu mandato e respondo como cidadão comum”. “Eu fui atacado e tive a grandeza de enfrentar e passar por isso”, concluiu.

O senador também avaliou a atual situação de Brasília e fez duras críticas ao presidente Michel Temer que, segundo ele, deveria ter a chapa cassada pelos crimes cometidos. “Se ele não for cassado agora, ele não vai perder o mandato daqui para a frente. Ele já sangrou tudo que tinha que sangrar e agora pensa: ‘o que poderão falar de mim?’. Já falaram tudo dele, ele se sente uma pessoa livre, os jornais não o assustam mais”, opinou.

O áudio gravado por Joesley Batista, apesar de “ser inaudível ou montagem”, também deveria ser usado como prova de crime. “O que interessa é o conjunto da obra. Um presidente não pode receber um marginal, sabendo quem ele é, de madrugada, pela garagem, ouvir ele contar crimes e ficar quieto. Ele prevaricou, tinham que denunciar”, defendeu.

Ainda falando sobre os áudios do dono da JSB, Malta afirmou que Aécio Neves, a quem ele apoiou em 2014, também deveria responder pelos crimes imediatamente.

“Foi o PSDB, na figura do Aécio, quem entrou com ação pedindo a impugnação da chapa [Dilma-Temer]. Desde então, dá para calcular quanto foi gasto em dinheiro? Aí aparece um áudio dele falando com Joesley que fez isso para encher o saco do PT. Ele podia ter evitado esse gasto da nação, então, que ele responda por outro crime”, falou.


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